Caminhas
(in)seguramente
Por essa estrada
vazia
O teu
estômago cheio de vento
Nos cabelos
soltos o desalento
Pela fome
que já não sentes
Pelos
desejos que ficam
E pela
estrada vazia
Percorres a
tua vida
Tens a rua
por tua cama
Vives nessa
avenida
Desse sangue
que te corre nas veias
Misturado
com esse pó
Que recolhes
nessas ruas
Quando te
julgas uma vez mais só…
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