sábado, 31 de janeiro de 2015

AS CANÍCULAS DE AGOSTO


Na margem da ribeira
Quente e fria
Sopra o vento no canavial
Que se agita impaciente
Numa dança imortal
As canas contam uma história
Uma canção tão bela
Que me faz recordar aquela
Que escutei na minha infância
Foi uma bela oliveira
De uma idade milenar
Que me contou um segredo

Fez-me logo ali chorar

Sem comentários:

Enviar um comentário