Dá-me amor
papel e tinta
Para eu
poder escrever
Enaltecer,
eternizar
Escrevendo
com esse mar
De palavras
doces e soltas
Outras vezes
revoltas
Às voltas do
nosso amor
No carrocel
da loucura
Na cauda de
um cometa
Usando uma
caneta
Que num
orgasmo continuo
Deitei a
semente à terra
A palavra no
papel
Fecundando
meio mundo
Na sua
imaginação
Ao lerem
estas doces linhas
Em horas de
solidão
… (A) , (B)
, (C) , (D) , (E) …
Sem comentários:
Enviar um comentário