sábado, 31 de janeiro de 2015

OUTONO


Árvore morta, árvore solta
Tuas folhas outonais
Vermelhas e acastanhadas
Brilham como corais
Na escuridão da noite
A tua alma vive
No luar
No marulhar
Desse mar
Embravecido
No teu olhar colorido
No qual me escondo
Perdido...
Na tristeza p’lo teu olhar…

Vencido…

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