O perigo
sempre à espreita
Rondando a
nossa rua
O perigo que
tropeça
Nessa
calçada nua
O perigo que
se esconde
Nas vielas e
nos becos
O perigo que
atormenta
Na ponta da
tábua os pregos
O perigo tão
medonho
Que do medo
tem também
Medo do
próprio perigo
De ti, de
mim e de mais alguém
O perigo que
consome
Quem do fogo
se aproxima
O medo que
nos consome
Nesse
perigo…
Que é a
própria vida…
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