Nesta manhã
primaveril
Em que
acordaste orvalhada
Por essa
água banhada
Que te
alimenta e sustém
Danças ao
sabor da bolina
Entras nessa
jogatina
Na qual te
escondes menina
Mulher desse
obscuro ser
Que te
liberta primavera
Ao Sol que
alimenta a fera
E que depois
te fará morrer
Nesses
braços do Estio?
Que cresce
aos dias que passam
Ceifando a
terra sedenta
Ao som desse
astro vital
Dos mortos
que ressuscitam
Desse seu
sono infernal…
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