Ecos são
esses teus gritos
Que soltas
ao vento do norte
Em momentos
intensos aflitos
Quando
chamas a própria morte
Gritas pelo
desespero que sentes
Pela má
sorte e infortúnio
Tu que já
foste senhor do mundo
Quando foste
crucificado na rua
Agora gritas
em desespero
Por uma
morte que é já tua
E assim
cheio de medo
Cheio de
lágrimas que vertes
Comes as
pedras da calçada
[E o mijo dos
outros é o que bebes]
E o álcool
esse veneno que te aquece
É o teu
sangue da vida eterna
Esse veneno
que bebes…
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