Pela
frescura matinal
Levantam-se
os pássaros a cantar
Vestem-se as
flores orvalhadas
Deitam-se as
almas penadas
Pela
frescura da manhã
Tece a
aranha a sua teia
Morre o
castelo no mar
Brilha
luzindo a areia
Dessas ondas
que acordam
Esses areais
abençoados
Cantam as
gaivotas fados
Em gritos de
liberdade
Cantando ao
mundo a sua fome…
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