Encontro-me
hoje sozinho
Meditando no
caminho
Que percorri
à procura
Desse amor
inocente
Nessa ânsia
frequente
Que quase
toca a loucura
Desperto
nestes sentidos
Que me fazem
ganhar gosto
Pela vida
tão querida
Tão bela e
tão vivida
Nesses meses
de Agosto
Recordando
essas minhas férias
À sombra do
sol de verão
Em que
saboreava de dia
A mais bela
poesia
Vivendo da
sedução
Passados
foram os anos
Que em
encantos tamanhos
Me
deslumbraram de tal forma
Que ansiava
de dia
Aquela que
de noite dormia
Comigo na
minha cama
Sonhando
frequentemente
Todos os
dias diferente
Com essa
bela mulher
Que não era
nada mais
Do que um
porto, um cais
No qual eu
me abrigava
Sempre que
de noite sonhava
E de manhã
acordava
Na minha
cama sozinho
Pensando ser
de verdade
O sonho
breve e sensual
Que afinal
não passava
De uma febre
estival
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